21 de out de 2007

MORANGOS





Um homem estava caindo em um barranco e se agarrou às raízes de uma árvore. Em cima do barranco havia um urso imenso querendo devorá-lo. O urso rosnava, mostrava os dentes, babava de ansiedade pelo prato que tinha à sua frente. Embaixo, prontas para engoli-lo, quando caísse, estavam nada mais nada menos do que seis onças tremendamente famintas.
Ele erguia a cabeça, olhava para cima e via o urso rosnando. Quando o urso dava uma folga, ouvia o urro das onças, próximas do seu pé. As onças embaixo querendo comê-lo e o urso em cima querendo devorá-lo.
Em determinado momento, ele olhou para o lado esquerdo e viu um morango vermelho, lindo, com aquelas pontinhas douradas refletindo o sol.
Num esforço supremo, apoiou seu corpo, sustentado apenas pela mão direita, e com a esquerda, pegou o morango. Quando pôde olhá-lo melhor, ficou inebriado com sua beleza. Então, levou o morango à boca e se deliciou com o sabor doce e suculento. Foi um prazer supremo comer aquele morango tão gostoso.
Deu para entender?
Talvez você pergunte: "Mas, e o urso?" Dane-se o urso e coma o morango!
E as onças?
Azar das onças, coma o morango! Se você não desistir, a onça ou o urso desistirão....
Relaxe e viva um dia por vez: coma o morango.
Problemas acontecem na vida de todos nós, até o último suspiro. Sempre existirão ursos querendo comer nossas cabeças e onças tentando arrancar nossos pés.
Isso faz parte da vida e é importante que saibamos viver dentro desse cenário. Mas nós precisamos saber comer os morangos, sempre.
A gente não pode deixar de comê-los só porque existem ursos e onças.
Coma o morango, não deixe que ele escape. Poderá não haver outra oportunidade de experimentar algo tão saboroso.
Saboreie os bons momentos.
Sempre existirão ursos, onças e morangos. Eles fazem parte da vida.
Mas o importante é saber aproveitar o morango. Coma o morango quando ele aparecer. Não deixe para depois.
O melhor momento para ser feliz é agora.
O futuro é uma ilusão que sempre será diferente do que imaginamos.
Às vezes, esquecemos que a felicidade é construída todos os dias.
Lembre-se: a felicidade não é algo que você vai conquistar fora de você, mas dentro de você mesmo, não esqueça

A fábula da borboleta




Um dia, uma pequena abertura
apareceu em um casulo.
Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas...

Como ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele
pequeno buraco.
Então, pareceu que ela havia parado
de fazer qualquer progresso.
Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia,
e não conseguia ir mais.
O homem decidiu ajudar a borboleta:
Pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo.
A borboleta então saiu facilmente.
Mas seu corpo estava murcho, era pequeno,
e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observar a borboleta
porque ele esperava que, a qualquer momento,
as asas dela se abrissem e esticassem
para serem capazes de suportar o corpo
que iria se afirmar com o tempo.
Nada aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo
murcho e asas encolhidas.
Ela nunca foi capaz de voar.

O que o homem, em sua gentileza e vontade
de ajudar não compreendia, era que o casulo
apertado e o esforço necessário à borboleta
para passar através da pequena abertura
era o modo com que Deus fazia para que o fluído
do corpo da borboleta fosse para as suas asas,
de modo que ela estivesse pronta para voar,
livre do casulo.

Algumas vezes, o esforço é justamente
o que precisamos em nossas vidas.

Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas
sem quaisquer obstáculos,
Ele nos deixaria aleijados.
Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido.

Nós nunca poderíamos voar...

Lembre-se!!!!

Você pediu forças... e Deus te deu dificuldades para te fazer forte.
Você pediu sabedoria... e Deus te deu problemas para resolver.
Você pediu prosperidade... e Deus te deu cérebro e músculos para trabalhar.
Você pediu coragem... e Deus te deu perigos para enfrenatar.
Você pediu amor... e Deus te deu pessoas com problemas para ajudar.
Você pediu Favores... e Deus te deu Oportunidades.

Você não recebeu nada do que pediu... Mas você recebeu tudo de que
precisava.

Pedra no Caminho

Conta-se a lenda de um rei que viveu num país além-mar há muitos anos. Ele era muito sábio e não poupava esforços para ensinar bons hábitos a seu povo. Freqüentemente fazia coisas que pareciam estranhas e inúteis; mas tudo que fazia era para ensinar o povo a ser trabalhador e cauteloso.

Nada de bom pode vir a uma nação dizia ele cujo povo reclama e espera que outros resolvam seus problemas. Deus dá as coisas boas da vida a quem lida com os problemas por conta própria.

Uma noite, enquanto todos dormiam, ele pôs uma enorme pedra na estrada que passava pelo palácio. Depois foi se esconder atrás de uma cerca, e esperou para ver o que acontecia.

Primeiro veio um fazendeiro com uma carroça carregada de sementes que ele levava para moagem na usina.

Quem já viu tamanho descuido? disse ele contrariadamente, enquanto desviava sua parelha e contornava a pedra. Por que esses preguiçosos não mandam retirar essa pedra da estrada? E continuou reclamando da inutilidade dos outros, mas sem ao menos tocar, ele próprio, na pedra.

Logo depois, um jovem soldado veio cantando pela estrada. A longa pluma do seu quepe ondulava na brisa, e uma espada reluzente pendia à sua cintura. Ele pensava na maravilhosa coragem que mostraria na guerra.

O soldado não viu a pedra, mas tropeçou nela e se estatelou no chão poeirento. Ergueu-se, sacudiu a poeira da roupa, pegou a espada e enfureceu-se com os preguiçosos que insensatamente haviam largado uma pedra imensa na estrada. Então, ele também se afastou, sem pensar uma única vez que ele próprio poderia retirar a pedra.

Assim correu o dia. Todos que por ali passavam reclamavam e resmungavam por causa da pedra colocada na estrada, mas ninguém a tocava.

Finalmente, ao cair da noite, a filha do moleiro por lá passou. Era muito trabalhadora, e estava cansada, pois desde cedo andava ocupada no moinho.

Mas disse a si mesma: Já está quase escurecendo, alguém pode tropeçar nesta pedra à noite e se ferir gravemente. Vou tirá-la do caminho.

E tentou arrastar dali a pedra. Era muito pesada, mas a moça empurrou, e empurrou, e puxou, e inclinou, até que conseguiu retirá-la do lugar. Para sua surpresa, encontrou uma caixa debaixo da pedra.

Ergueu a caixa. Era pesada, pois estava cheia de alguma coisa. Havia na tampa os seguintes dizeres: Esta caixa pertence a quem retirar a pedra.

Ela abriu a caixa e descobriu que estava cheia de ouro.

A filha do moleiro foi para casa com o coração feliz. Quando o fazendeiro e o soldado e todos os outros ouviram o que havia ocorrido, juntaram-se em torna do local na estrada onde a pedra estava. Revolveram o pó da estrada com os pés, na esperança de encontrar um pedaço de ouro.

Meus amigos disse o rei, com freqüência encontramos obstáculos e fardos no caminho. Podemos reclamar em alto e bom som enquanto nos desviamos deles se assim preferirmos, ou podemos erguê-los e descobrir o que eles significam. A decepção é normalmente o preço da preguiça.

Então o sábio rei montou em seu cavalo e com um delicado boa-noite retirou-se.

12 de out de 2007

Menina e moça



Machado de Assis

Está naquela idade inquieta e duvidosa,
Que não é dia claro e é já o alvorecer;
Entreaberto botão, entrefechada rosa,
Um pouco de menina e um pouco de mulher.

Às vezes recatada, outras estouvadinha,
Casa no mesmo gesto a loucura e o pudor;
Tem cousas de criança e modos de mocinha,
Estuda o catecismo e lê versos de amor.

Outras vezes valsando, o seio lhe palpita,
De cansaço talvez, talvez de comoção.
Quando a boca vermelha os lábios abre e agita,
Não sei se pede um beijo ou faz uma oração.

Outras vezes beijando a boneca enfeitada,
Olha furtivamente o primo que sorri;
E se corre parece, à brisa enamorada,
Abrir as asas de um anjo e tranças de uma huri.

Quando a sala atravessa, é raro que não lance
Os olhos para o espelho; e raro que ao deitar
Não leia, um quarto de hora, as folhas de um romance
Em que a dama conjugue o eterno verbo amar.

Tem na alcova em que dorme, e descansa de dia,
A cama da boneca ao pé do toucador;
Quando sonha, repete, em santa companhia,
Os livros do colégio e o nome de um doutor.

Alegra-se em ouvindo os compassos da orquestra;
E quando entra num baile, é já dama do tom;
Compensa-lhe a modista os enfados da mestra;
Tem respeito a Geslin, mas adora a Dazon.

Dos cuidados da vida o mais tristonho e acerbo
Para ela é o estudo, excetuando-se talvez
A lição de sintaxe em que combina o verbo
To love, mas sorrindo ao professor de inglês.

Quantas vezes, porém, fitando o olhar no espaço,
Parece acompanhar uma etérea visão;
Quantas cruzando ao seio o delicado braço
Comprime as pulsações do inquieto coração!

Ah! se nesse momento, alucinado, fores
Cair-lhe aos pés, confiar-lhe uma esperança vã,
Hás de vê-la zombar de teus tristes amores,
Rir da tua aventura e contá-la à mamã.

É que esta criatura, adorável, divina,
Nem se pode explicar, nem se pode entender:
Procura-se a mulher e encontra-se a menina,
Quer-se ver a menina e encontra-se a mulher!


A Pedra da Felicidade




Conta a história que uma fada perdeu pelo caminho uma pedra encantada, a Pedra da Felicidade.

Apressada como estava, resolveu seguir seu caminho e mais tarde através da sua magia, descobriu que a Pedra havia sido encontrada por um rapaz muito pobre que a levou para casa.

Ao ver a casa do rapaz, a fada achou que a Pedra da Felicidade poderia ficar com o rapaz haja visto a sua situação muito humilde.

Então nessa noite ela apareceu no sonho do rapaz e explicou-lhe que aquela Pedra que ele havia achado era a Pedra da Felicidade e que ele poderia fazer
3 desejos para pessoas que realmente necessitassem:

1 pessoa poderia pedir para a prosperidade, uma pessoa pediria para saúde e a outra para felicidade...

Ao acordar o rapaz lembrou-se do sonho
e ficou extremamente irritado...:

- Como pode ser isso? Eu encontro a
Pedra da Felicidade e tenho que passar os desejos para os outros... não meu Deus ...não é possível...

Irritado pegou a pedra na mão e esfregou fazendo pedidos de dinheiro, riqueza, e nada...

Mais nervoso pegou a Pedra e jogou-a
em uma gaveta...

Os anos passaram... passaram... e encontramos o nosso jovem de outrora, transformado em um senhor idoso, morando naquele casebre miserável...

Não havia se casado, pois sua rabugice espantava as pretendentes, tinha pouquíssimos amigos, haja visto sua mesquinhez.

Então em uma noite lembrou-se da Pedra da Felicidade e, encontrou-a largada na gaveta...

Pensou que, já que estava no fim da vida poderia pelo menos ajudar a alguém... e saiu pela vila...

Logo na entrada da cidade encontrou uma família miserável esmolando pelas ruas... ficou penalizado de ver as crianças com pé descalço e cara de fome... chamou a senhora que os acompanhava e falou:

- Quero te dar uma fortuna para que nunca mais sofras da miséria.
Esfregando a Pedra, a senhora recebeu ouro suficiente para levar uma vida de rainha...

Sem saber como agradecer, a senhora partiu para comprar uma casa e
finalmente dar conforto aos filhos...

Logo a frente, nosso velhinho encontra uma mulher chorando e pergunta o que estava acontecendo.

Ela responde que seu único filho está morrendo de uma doença que nenhum médico conseguiu identificar...

Ele pede então para a mulher segurar a Pedra e pedir saúde para seu filho...
E em poucos minutos o menino aparece a porta milagrosamente curado...

A mulher não sabia mais como agradecer o milagre...

Mas ele continuou sua caminhada e encontrou um orfanato miserável e entrou para ver se podia ajudar...

Imediatamente esfregou a Pedra da Felicidade o casebre do orfanato ransformou-se numa linda casa...

Os quartos ganharam camas novas,as crianças brinquedos, roupas e tudo
foi inundado de felicidade...

As crianças o cercaram, cantaram para ele, beijaram-no e pela primeira vez em muitos anos...
Ele chorou de felicidade...

Por que não usaste antes?

- Por causa do meu egoísmo, perdi a chance de fazer tantas pessoas felizes e até de melhorar minha vida... Meu desejo nesse momento é que eu possa esquecer toda essa história, para tentar ao menos ser um pouco feliz...

Há as vezes maior prazer em dar do que receber...

"Os barcos estão seguros se permanecem no porto,
mas não foram feito para isto".

Então, busque, tente, ouse, invente, experimente, arrisque, realize, tenha coragem, acredite, tenha fé e jamais deixe de "sonhar", de "desejar"!

Só assim, poderá realizar!!!

Viver sempre vale a pena, e passa muito rápido !
Você tem Talentos e pode fazer a diferença!
Então faça !

Um anjo escreveu:




Muitas pessoas entrarão e sairão de sua vida.
Mas apenas os amigos verdadeiros deixarão pegadas em seu coração.
Para manejar você mesmo, use sua cabeça.
Para manejar os outros, use seu coração.
Se alguém trair você uma vez, a culpa é dele.
Se ele te trair uma segunda vez, a culpa é sua.
Mentes grandes discutem idéias.
Mentes medianas discutem eventos.
Mentes pequenas discutem pessoas.
Deus dá alimento a todos os pássaros, mas Ele não joga no ninho.
Aquele que perde dinheiro, perde muito.
Aquele que perde um amigo, perde mais.
Aquele que perde a Fé, perde tudo.
Pessoas jovens e belas são obra da Natureza.
Pessoas idosas e belas são obra de Arte.
Aprenda com os erros alheios.
Você não conseguiria viver tempo suficiente para cometê-los todos sozinho.
A língua pesa praticamente nada, mas poucas pessoas conseguem segurá-la.

Amigos, eu e você...
você trouxe outro amigo...
e agora somos três...
nós começamos o nosso grupo...
nosso círculo de amigos...
e como um círculo, não tem começo nem fim.


Aqui está um anjo que foi enviado para cuidar de você.
Para que este anjo faça seu trabalho você deverá passá-lo adiante para aquelas pessoas que você gostaria que fossem cuidadas também.

Amanhã...


O amanhã o levará embora
O medo de hoje
Ele desaparecerá
Em nossas canções mágicas
Há apenas uma canção
Que resta em minha mente
Contos de um homem corajoso
Que viveu longe daqui
Agora as canções do bardo terminaram
E é hora de partir
Ninguém deve perguntar-lhe
Pelo nome daquele
Que conta a história
O amanhã nos levará embora
Longe do lar
Ninguém jamais saberá o nosso nome
Mas as canções do bardo permanecerão.

Jim Morrison


"Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas. Das drogas mais poderosas, dos amores mais loucos. Dos pensamentos mais complexos e dos sentimentos mais fortes. Tenho um apetite voraz e os delírios mais doidos. Você pode até me empurrar de um penhasco, que eu vou dizer: E daí? Eu adoro voar!"